Levantei um instante da frente do computador pra procurar algo que eu pudesse beber, achei um suco de caixinha sabor pêssego.
Voltei junto à tela e de súbito, como algo que já estivesse dentro de mim há tempos, comecei a pensar nesse suco de caixinha.
Você já parou pra pensar em como o ser humano, nos tempos atuais, age de modo mecânico?
A gente pega ali o suco pronto, abre a embalagem mega moderna a ponto de te garantir nenhum esforço.Com isto, fica pra trás toda a parte bonita, dessa coisa toda.
O pêssego antes fora semente, que cresceu e deu seus frutos, o homem do campo colheu, selecionou os melhores. O pêssego sofreu depois disso, até chegar o seu estado de “suco”, foi espremido, torturado! E aonde que em uma caixinha tão bonita e prática enxergamos isso?
A situação está tão feia que fazemos isso com as pessoas sem perceber.
Hoje, por exemplo, no meu curso um dos meninos pediu pra que eu o ajudasse com certa garota. Aí, do nada, outro menino da minha sala fez um comentário duvidoso, disse que tinham contado pra ele que a menina fazia programas.
Eu nem liguei, não dei moral.
Quando fui conversar com a mesma, realmente, a aparência dela era daqueles bordéis bem sinistros, mas a menina foi até bem educada, gente fina.
Penso que, julgaram-na pela aparência, ou algum tremendo filho da pucca inventou essa história porque levou um tremendo pé nas nádegas.
Enfim, detemo-nos apenas na aparência da garota, julgaram-na pela aparência sem saber quantos processos de lapidações na vida ela passou pra ter chegado ao que se é. Igual ao suco, a gente não sabe de onde a fruta veio, das mãos de quem foi colhida e muito menos o que ela passou até chegar ali, pronto pra você.
Então, minha gente! Reflitamos um pouco a respeito do que realmente são as palavras, VIDA E RESPEITO AO PRÓXIMO para evitarmos os PRÉ-CONCEITOS E PRECONCEITOS.
Voltei junto à tela e de súbito, como algo que já estivesse dentro de mim há tempos, comecei a pensar nesse suco de caixinha.
Você já parou pra pensar em como o ser humano, nos tempos atuais, age de modo mecânico?
A gente pega ali o suco pronto, abre a embalagem mega moderna a ponto de te garantir nenhum esforço.Com isto, fica pra trás toda a parte bonita, dessa coisa toda.
O pêssego antes fora semente, que cresceu e deu seus frutos, o homem do campo colheu, selecionou os melhores. O pêssego sofreu depois disso, até chegar o seu estado de “suco”, foi espremido, torturado! E aonde que em uma caixinha tão bonita e prática enxergamos isso?
A situação está tão feia que fazemos isso com as pessoas sem perceber.
Hoje, por exemplo, no meu curso um dos meninos pediu pra que eu o ajudasse com certa garota. Aí, do nada, outro menino da minha sala fez um comentário duvidoso, disse que tinham contado pra ele que a menina fazia programas.
Eu nem liguei, não dei moral.
Quando fui conversar com a mesma, realmente, a aparência dela era daqueles bordéis bem sinistros, mas a menina foi até bem educada, gente fina.
Penso que, julgaram-na pela aparência, ou algum tremendo filho da pucca inventou essa história porque levou um tremendo pé nas nádegas.
Enfim, detemo-nos apenas na aparência da garota, julgaram-na pela aparência sem saber quantos processos de lapidações na vida ela passou pra ter chegado ao que se é. Igual ao suco, a gente não sabe de onde a fruta veio, das mãos de quem foi colhida e muito menos o que ela passou até chegar ali, pronto pra você.
Então, minha gente! Reflitamos um pouco a respeito do que realmente são as palavras, VIDA E RESPEITO AO PRÓXIMO para evitarmos os PRÉ-CONCEITOS E PRECONCEITOS.
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