terça-feira, 14 de julho de 2009

Nada poético, só fatos vivenciados.

Levantei um instante da frente do computador pra procurar algo que eu pudesse beber, achei um suco de caixinha sabor pêssego.
Voltei junto à tela e de súbito, como algo que já estivesse dentro de mim há tempos, comecei a pensar nesse suco de caixinha.
Você já parou pra pensar em como o ser humano, nos tempos atuais, age de modo mecânico?
A gente pega ali o suco pronto, abre a embalagem mega moderna a ponto de te garantir nenhum esforço.Com isto, fica pra trás toda a parte bonita, dessa coisa toda.
O pêssego antes fora semente, que cresceu e deu seus frutos, o homem do campo colheu, selecionou os melhores. O pêssego sofreu depois disso, até chegar o seu estado de “suco”, foi espremido, torturado! E aonde que em uma caixinha tão bonita e prática enxergamos isso?
A situação está tão feia que fazemos isso com as pessoas sem perceber.
Hoje, por exemplo, no meu curso um dos meninos pediu pra que eu o ajudasse com certa garota. Aí, do nada, outro menino da minha sala fez um comentário duvidoso, disse que tinham contado pra ele que a menina fazia programas.
Eu nem liguei, não dei moral.
Quando fui conversar com a mesma, realmente, a aparência dela era daqueles bordéis bem sinistros, mas a menina foi até bem educada, gente fina.
Penso que, julgaram-na pela aparência, ou algum tremendo filho da pucca inventou essa história porque levou um tremendo pé nas nádegas.
Enfim, detemo-nos apenas na aparência da garota, julgaram-na pela aparência sem saber quantos processos de lapidações na vida ela passou pra ter chegado ao que se é. Igual ao suco, a gente não sabe de onde a fruta veio, das mãos de quem foi colhida e muito menos o que ela passou até chegar ali, pronto pra você.
Então, minha gente! Reflitamos um pouco a respeito do que realmente são as palavras, VIDA E RESPEITO AO PRÓXIMO para evitarmos os PRÉ-CONCEITOS E PRECONCEITOS.

Nenhum comentário: